segunda-feira, 16 de novembro de 2009
DÉCIMO TERCEIRO ENCONTRO DO GESTAR II - MATEMÁTICA
Realizamos dia 31/10/2009 mais um encontro do GESTAR II – Matemática, na
Escola Estadual Mário Spinelli. Nesta ocasião nossa oficina foi referente a sessão coletiva 12 - TP 6 – Unidade 23.
Conforme registro no relatório anterior em virtude de conseguirmos honrar nosso compromisso no tempo hábil, os professores cursistas juntamente com o formador resolveram já realizar os trabalhos da última oficina neste dia 31 do corrente para encerrarmos conforme o nosso calendário dia 14/11/2009 com a oficina de avaliação e socialização de todos projetos trabalhados nas escolas envolvendo Língua Portuguesa e Matemática.
Antes do início dos trabalhos recebemos a visita de dois professores em nossa oficina, Professor Leocir e professora Marisa ( vereadores de nossa cidade), que vieram parabenizar a todos os cursistas e formador pelo trabalho que estavam realizando e motivando para que essa rotina de estudos continue para o bem da Educação da cidade.
Encerrado a visita dos vereadores, damos o início aos trabalhos da sessão coletiva 12, que em virtude do tempo os cursistas não tiveram a oportunidade de vivenciarem com os alunos as sugestões de atividades para o socializando, então organizei os professores por grupo e na semana seguinte realizarei três encontros nas escolas para a socialização dessas experiências que não puderam ser apresentadas na oficina. Registramos a importância dessa caminhada até o momento, haja vista houve várias contribuições para a prática pedagógica. Após a discussão sobre a caminhada e situações vivenciadas em outras unidades de estudo, estudamos sobre os sistemas de equações e situações problemas e sugeri que resolvessem a seguinte situação problema:
Há 5 anos a idade de João era o dobro da idade de Maria. Daqui a 5 anos a soma das duas idades será 65 anos. Quantos anos João é mais velho que Maria?
Escola Estadual Mário Spinelli. Nesta ocasião nossa oficina foi referente a sessão coletiva 12 - TP 6 – Unidade 23.
Conforme registro no relatório anterior em virtude de conseguirmos honrar nosso compromisso no tempo hábil, os professores cursistas juntamente com o formador resolveram já realizar os trabalhos da última oficina neste dia 31 do corrente para encerrarmos conforme o nosso calendário dia 14/11/2009 com a oficina de avaliação e socialização de todos projetos trabalhados nas escolas envolvendo Língua Portuguesa e Matemática.
Antes do início dos trabalhos recebemos a visita de dois professores em nossa oficina, Professor Leocir e professora Marisa ( vereadores de nossa cidade), que vieram parabenizar a todos os cursistas e formador pelo trabalho que estavam realizando e motivando para que essa rotina de estudos continue para o bem da Educação da cidade.
Encerrado a visita dos vereadores, damos o início aos trabalhos da sessão coletiva 12, que em virtude do tempo os cursistas não tiveram a oportunidade de vivenciarem com os alunos as sugestões de atividades para o socializando, então organizei os professores por grupo e na semana seguinte realizarei três encontros nas escolas para a socialização dessas experiências que não puderam ser apresentadas na oficina. Registramos a importância dessa caminhada até o momento, haja vista houve várias contribuições para a prática pedagógica. Após a discussão sobre a caminhada e situações vivenciadas em outras unidades de estudo, estudamos sobre os sistemas de equações e situações problemas e sugeri que resolvessem a seguinte situação problema:
Há 5 anos a idade de João era o dobro da idade de Maria. Daqui a 5 anos a soma das duas idades será 65 anos. Quantos anos João é mais velho que Maria?
Depois de 30 minutos, obervamos que a interpretação da atividade acima , nenhum professor conseguiu escrever a linguagem matemática correta, então fiz a intervenção e percebi que esse tipo de problema ninguém tinha feito ainda. Discutimos então o fato de que interpretar também seja o primeiro obstáculo. Agora diante de equacionado o sistema qual o modo de resolver com mais facilidade? A maioria acha que pelo método da adição é mais fácil, mas quando temos a presença de frações já é melhor usar substituição ou comparação. Resolução pelo método gráfico dependendo da natureza do sistema também é fácil.
Terminando os estudos de sistemas na transposição didática foi construída um par balanças para resolver sistemas e cada grupos de professores demonstrou resolvendo um sistema com o recurso da balança. Essa atividade foi muito gratificante.
Para terminar a oficina, registrei a importância dessa última sessão coletiva e convidei a leitura a última unidade do TP 6, pois estarei visitando os professores na semana seguinte para fechar os trabalhos e ainda reforçar o último encontro no dia 14 desse mês, fechando os trabalhos do curso de formação GESTAR II – Matemática em Sorrriso.
DÉCIMO SEGUNDO ENCONTRO DO GESTAR II - MATEMÁTICA
Realizamos dia 30/10/2009 mais um encontro do GESTAR II – Matemática, na Escola Estadual Mário Spinelli.
Nesta ocasião nossa oficina foi referente a sessão coletiva 11 - TP 6 – Unidade 21
Dando início aos trabalhos, o formador registrou a importância das tarefas realizadas e a oportunidade de troca de experiências dos professores cursistas que socializam suas experiências das atividades do GESTAR.
Após as discussões sobre as leituras do TP, iniciamos o debate sobre o estudo de frações e as dificuldades de trabalhar com os alunos, onde a maioria dos professores relataram que é talvez a maior dificuldade e desafio para o professor de matemática, ensinar conteúdos que envolvem frações, principalmente quando envolve adição e subtração de frações com denominadores distintos. A falta de pré-requisitos é uma realidade geral dos alunos, então é necessário um ajuste que resgate o domínio de competências como conhecimento dos critérios de divisibilidade, números primos, números compostos, múltiplos e divisores, facilitando assim o trabalho com as frações. Quanto ao uso de mínimo múltiplo comum ou frações equivalentes,como também outras técnicas vai depender da realidade da turma, o professor deve conhecer seus alunos para dar a eles as informações necessárias para que ele consiga atender sua cobrança valorizando seu desenvolvimento, e nunca dar uma atividade sabendo antecipadamente que será insatisfatória.
Concluimos que o professor de matemática precisar cuidar, planejando sua aula, sem fugir ao rigor da cobrança, mas que permita ao aluno atingir seu objetivo que é a aprendizagem e se for necessário revisar conteúdos que lhe de segurança para compreender o atual e não simplesmente condená-lo a ignorância afirmando que já deveria saber da matéria pois já viu no passado.
Chegando a transposição didática, os professores realizaram as atividades sugeridas pela sessão coletiva, dividindo a turma em grupos. Percebemos que acostumados em resolver problemas de maneira simples usando a linguagem matemática de sentenças (equações) a sugestão não foi nada fácil, pois usar o método de inversão para todos foi uma novidade e conseguiram resolver somente depois de muitas tentativas. Enfim apesar dos obstáculos de interpretação os professores gostaram e certamente irão propor situações dessa natureza a seus alunos.
Encerramos a sessão coletiva resolvendo a atividades 4 da Parte C e fazendo um convite a leitura da próxima unidade, aproveitando que nesta data é feriado e em comum acordo todos fizeram o compromisso para realizarmos a oficina já no dia seguinte, para encerrarmos as sessões coletivas em virtude da alteração de cronograma conforme orientação do CEFAPRO para término do curso.
DÉCIMO PRIMEIRO ENCONTRO DO GESTAR II - MATEMÁTICA
Realizamos dia 24/10/2009 mais um encontro do GESTAR II – Matemática, nas dependências da Escola Estadual Mário Spinelli.Nesta oportunidade nossa oficina foi referente a sessão coletiva 10 - TP 5 – Unidade 19.
Com as cordiais boas vindas aos professores cursistas, iniciamos nosso encontro fazendo a sondagem de leituras das unidades previstas de estudos. Após a troca de informações das experiências vivenciadas e comentários de algumas atividades do TP 5 (unidades 18 e 19), iniciamos a oficina fazendo uma reflexão do texto de referência ETNOMATEMÁTICA de Ubiratan d’Ambrósio fazendo uma ponte com o texto EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E INFORMÁTICA: CAMINHO E UTOPIAS DE INCLUSÃO de Celso de Oliveira Faria, textos presentes nas unidades 18 e 19 respectivamente. Não podíamos permitir que esses textos ficassem sem uma discussão coletiva, pois a leitura permitiu que os professores tivessem uma visão de valorizar o conhecimento prévio do aluno e respeitar sua cultura inerente a sua realidade e através de um planejamento desenvolver os talentos desses alunos , tendo uma aprendizagem satisfatória e diferenciada na qualidade. Ao mesmo tempo , fazendo uso da tecnologia que permita o acesso de verdade aos alunos , desde uma calculadora a um computador de última geração, utilizando essas ferramentas como recursos tecnológicos para o trabalho escolar e edificação do conhecimento. Terminado as discussões e reflexões entregamos o roteiro de atividades da oficina:
1º MOMENTO
Parte A
Tabelas numéricas de números primos
Atividades 01 a 04 : páginas 206 a 208
Socialização dos resultados
2º MOMENTO
PARTE B
Discussão da transposição didática
Atividades 05 a 07 : páginas 208 e 209

Realizada todas as atividades envolvendo números primos, na transposição didática usando a calculadora demonstraram os cálculos construindo as sequências numéricas. Dividida em grupos a turma socializou situações problemas envolvendo a calculadora. Fechamos a a parte B discutindo sobre as equações do 2º grau, métodos de resoluções com material manipulável.Finalizamos a oficina resolvendo as atividades da parte C e orientando para próxima oficina.
NÃO ESQUECER PARA O PRÓXIMO ENCONTRO: 30/10/2009
Escola Mário Spinelli - 07:30
SUGESTÃO DE ATIVIDADE NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
AULA DE MATEMÁTICA – NUMEROS PRIMOS (JOGO INTERESSANTE)
VALE A PENA ACESSAR:http://nautilus.fis.uc.pt/mn/goldbach
DÉCIMO ENCONTRO DO GESTAR II - MATEMÁTICA
Realizamos dia 17/10/2009 mais um encontro do GESTAR II – Matemática, nas dependências da Escola Estadual Mário Spinelli.Nesta oportunidade nossa oficina foi referente a sessão coletiva 9 - TP 5 – Unidade 17.
Iniciamos a oficina sondando a leitura da unidades previstas, onde percebemos que a maioria afirmaram que houve dificuldades de leitura por falta de tempo. Então em virtude dessa situação alertamos que a oficina será mais longa para oportunizar a leitura das partes mais importantes para garantir um trabalho satisfatório da sessão coletiva.
Após questionar os cursistas sobre as experiências vivienciadas com os alunos e as contribuições que trouxeram para compartilhar com os colegas, começamos nossa jornada de trabalho, que assim aconteceu;
1º MOMENTO
Parte A
Sessão 1
Leitura do texto: Integrando a matemática ao mundo real
Realização da Atividade 1
Sessão 2
Considerando a leitura das páginas 18, 19 e 20 do TP 5
Realização da Atividade 2
Socialização dos grupos
2º MOMENTO
Parte B
Discussão da transposição didática
Realização das Atividades 1 e 2
Discussão no grande grupo
3º MOMENTO
PARTE C
Iniciamos a oficina sondando a leitura da unidades previstas, onde percebemos que a maioria afirmaram que houve dificuldades de leitura por falta de tempo. Então em virtude dessa situação alertamos que a oficina será mais longa para oportunizar a leitura das partes mais importantes para garantir um trabalho satisfatório da sessão coletiva.
Após questionar os cursistas sobre as experiências vivienciadas com os alunos e as contribuições que trouxeram para compartilhar com os colegas, começamos nossa jornada de trabalho, que assim aconteceu;
1º MOMENTO
Parte A
Sessão 1
Leitura do texto: Integrando a matemática ao mundo real
Realização da Atividade 1
Sessão 2
Considerando a leitura das páginas 18, 19 e 20 do TP 5
Realização da Atividade 2
Socialização dos grupos
2º MOMENTO
Parte B
Discussão da transposição didática
Realização das Atividades 1 e 2
Discussão no grande grupo
3º MOMENTO
PARTE C
Organizar uma tabela e resolva a atividade 8 da unidade 17 (página 31)
Notamos nos trabalhos realizados que as atividades permitiram uma experiência diferente para abordar a contagem, o texto da leitura sugerida enriquece e valoriza a importância da conquista do conhecimento em saber uma simples contagem abrindo o raciocínio para uma contagem mais complexa,paralelamente ainda caminha junto com a tecnologia registrando que é preciso cuidar por exemplo das senhas que usamos no dia-a-dia.
O principio fundamental da contagem foi dado ênfase nessa oficina, as atividades após realizadas, foi compartilhado a melhor forma desse conteúdo ser apresentado aos alunos de uma maneira atrativa, com uma sequência fácil de caminhar, ilustrando através da árvores de possibilidades.
Ao final da Oficina na parte C, o problema de St. Ives foi resolvido com facilidade e todos perceberam que a interpretação é a chave da solução, pois se mudar a forma da pergunta, teremos outra resposta.
Registramos ainda a todos cursistas presentes, a importância de cumprirem as obrigações, pois estamos chegando ao final da jornada e para finalizarmos com eficácia é preciso que todos sejam fiéis a orientação do formador, nosso próximo encontro será na próxima semana dia 24/10/2009 para fecharmos na data prevista.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
NONO ENCONTRO DO GESTAR II – MATEMÁTICA
Realizamos em 26/09/2009 mais um encontro do GESTAR II- MATEMÁTICA, para trabalharmos a oficina da sessão coletiva 8 – TP 4 – Unidade 155.
Iniciamos a oficina tratando das experiências que foram trabalhadas com os alunos. Referente a Parte A as situações problemas propostas, alguns cursistas afirmaram que a construção do sistema solar está sendo realizado mas que ainda não tinham terminado em virtude das atribuições de suas obrigações com as tarefas da escola, mesmo assim reforcei a importância da atividade , se possível em parceria com professores de Geografia ou Ciências para cumprimento da atividade. Percebendo que as atividades da sessão coletiva não tinham sido preparadas em função da falta de leitura por parte dos cursistas, então houve o convite aos cursistas que discutissem a 2ª e 3ª sistuação problema preparando suas resoluções a serem aplicadas a seus alunos da melhor forma possível para se ter uma sequência didática que permitisse ao aluno compreender bem sua solução. Terminado as atividades houve um momento de socialização das conclusões. Em seguida foi entregue a letra da música do Raul Seixas para sondagem e sugestões de trabalhos conforme a 4ª situação problema.
Na parte B, a atividade proposta foi realizada com sucesso, pois a manhã de sol permitiu que se fizesse perfeitamente. Com uma fita métrica os cursistas saíram da sala e foram medir a sombra do poste de luz, árvores e da escola para compararem com as medidas de suas próprias sombras considerando também suas alturas, a fim de calcular a medida real das alturas escolhidas. Após a coleta de dados das medidas, retornamos para sala e compartilhamos a experiência e que de forma poderíamos levar essa atividade aos alunos de forma atrativa, pois a atividade permite trabalhar bem semelhança de triângulo e proporcionalidade. Para ainda motivar os alunos mostrei aos cursistas uma mensagem de POTÊNCIA, onde os slides registram uma viagem no espaço “Potência de 10 do micro ao macrocosmo”, ilustrando a importância desse conhecimento.
Para terminar a oficina registrei novamente a importância das leituras a serem realizadas para preparação da oficina e realização da lição de casa, mesmo considerando todas as dificuldades da carga horária de trabalho. Na parte C alertei sobre o tema da unidade 16, que abordará as dificuldades enfrentadas no trânsito e no dia-a-dia pelos deficientes físicos. Nosso município ( Sorriso-MT) tem o trânsito como o maior problema atual, devido a vários fatores que contribuem para alto número de acidentes. Nossas escolas estão todas envolvidas na Educação do transito, então nesta unidade de estudo poderemos potencializar ainda mais conhecimento para orientação a nossos alunos, como também garantir a acessibilidade.
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